<font color=0093dd>Apresentada declaração programática</font>
A candidatura da CDU de Santarém apresentou, no passado dia 28, a sua declaração programática, com as suas propostas para a região. Jerónimo de Sousa esteve lá.
A declaração é um instrumento de trabalho para a campanha, que tem sido intensa
«Só uma estratégia coerente no domínio dos investimentos, da criação de infra-estruturas diversificadas, da defesa do ambiente e da qualificação dos recursos humanos dará combate às assimetrias já instaladas», afirmou, no passado dia 28, a deputada Luísa Mesquita – primeira candidata da lista da CDU –, eleita pelo círculo de Santarém. E foi mesmo isso que se fez: apresentou-se a declaração programática da CDU pelo distrito.
No documento, que apresenta os «grandes eixos da política necessária para a mudança que o País precisa», apela-se aos eleitores para que decidam a seu próprio favor, votando na CDU para mudar a sério. Para a CDU de Santarém, são seis os eixos essenciais para a política necessária para Portugal: Um desenvolvimento económico ao serviço do progresso e dos trabalhadores em Portugal; uma política de desenvolvimento assente na defesa do ambiente e na conservação da natureza; uma política social ao serviço das populações; uma política cultural democrática; uma política orientada para a defesa e o reforço do regime democrático; uma política externa de paz, cooperação e amizade.
Mas o documento apresenta, sobretudo, a necessidade de eleger mais deputados para um desenvolvimento equilibrado do distrito de Santarém, integrados numa outra política para o País. Na sua declaração programática, a CDU apresenta várias propostas para o desenvolvimento económico, o trabalho com direitos, o investimento público, a descentralização, as acessibilidades e transportes, a saúde, o turismo, o ambiente, entre vários outros eixos.
Um instrumento de trabalho
Na sua intervenção, a deputada comunista Luísa Mesquita destacou que se o distrito precisa «e é um facto de precisa de uma maior qualificação da sua população, o sistema de ensino tem de constituir uma resposta adequada» a esta necessidade. O mesmo se passa com a saúde, afirmou Luísa Mesquita, que defendeu uma «unidade básica de urgência reforçada em meios humanos e técnicos, com instalação de um hospital de retaguarda» para garantir o direito universal à saúde.
A primeira candidata pela lista da CDU defende também a preservação dos seus recursos naturais. «Não é possível assistir-se passivamente à desertificação humana dos espaços rurais» pelos incêndios. Assim, defendeu, é «indispensável e urgente» concretizar medidas de ordenamento do território capazes de suster a concentração populacional e a desertificação do mundo rural e tomar opções capazes de prevenir desastres naturais. Luísa Mesquita apelou a todos os activistas para que se armem deste documento como instrumento de trabalho para o debate político. Por todo o distrito, este é mais um instrumento para a campanha, que tem sido intensa e muito participada em todo o distrito.
Antes da deputada comunista falou Berta Pereira, do PEV. A militante ecologista, citando Daniel Sampaio, afirmou que «vivemos livres numa prisão». Porque, entende, não se é livre quando não se tem trabalho, quando a educação pública é atacada ou quando a política estão, em primeiro lugar, viradas para satisfazer os interesses dos grandes grupos económicos. Bem como não é livre a mulher que não pode decidir livremente sobre o seu corpo e da sua vida. Berta Pereira não esqueceu a oposição do seu partido aos Organismos Geneticamente Modificados.
No documento, que apresenta os «grandes eixos da política necessária para a mudança que o País precisa», apela-se aos eleitores para que decidam a seu próprio favor, votando na CDU para mudar a sério. Para a CDU de Santarém, são seis os eixos essenciais para a política necessária para Portugal: Um desenvolvimento económico ao serviço do progresso e dos trabalhadores em Portugal; uma política de desenvolvimento assente na defesa do ambiente e na conservação da natureza; uma política social ao serviço das populações; uma política cultural democrática; uma política orientada para a defesa e o reforço do regime democrático; uma política externa de paz, cooperação e amizade.
Mas o documento apresenta, sobretudo, a necessidade de eleger mais deputados para um desenvolvimento equilibrado do distrito de Santarém, integrados numa outra política para o País. Na sua declaração programática, a CDU apresenta várias propostas para o desenvolvimento económico, o trabalho com direitos, o investimento público, a descentralização, as acessibilidades e transportes, a saúde, o turismo, o ambiente, entre vários outros eixos.
Um instrumento de trabalho
Na sua intervenção, a deputada comunista Luísa Mesquita destacou que se o distrito precisa «e é um facto de precisa de uma maior qualificação da sua população, o sistema de ensino tem de constituir uma resposta adequada» a esta necessidade. O mesmo se passa com a saúde, afirmou Luísa Mesquita, que defendeu uma «unidade básica de urgência reforçada em meios humanos e técnicos, com instalação de um hospital de retaguarda» para garantir o direito universal à saúde.
A primeira candidata pela lista da CDU defende também a preservação dos seus recursos naturais. «Não é possível assistir-se passivamente à desertificação humana dos espaços rurais» pelos incêndios. Assim, defendeu, é «indispensável e urgente» concretizar medidas de ordenamento do território capazes de suster a concentração populacional e a desertificação do mundo rural e tomar opções capazes de prevenir desastres naturais. Luísa Mesquita apelou a todos os activistas para que se armem deste documento como instrumento de trabalho para o debate político. Por todo o distrito, este é mais um instrumento para a campanha, que tem sido intensa e muito participada em todo o distrito.
Antes da deputada comunista falou Berta Pereira, do PEV. A militante ecologista, citando Daniel Sampaio, afirmou que «vivemos livres numa prisão». Porque, entende, não se é livre quando não se tem trabalho, quando a educação pública é atacada ou quando a política estão, em primeiro lugar, viradas para satisfazer os interesses dos grandes grupos económicos. Bem como não é livre a mulher que não pode decidir livremente sobre o seu corpo e da sua vida. Berta Pereira não esqueceu a oposição do seu partido aos Organismos Geneticamente Modificados.